quarta-feira, 30 de maio de 2012

Noticia - Publicado decreto que autoriza elevação do Imposto de Importação de até cem produtos - MDIC/Comexdata

Foi publicado ontem, no Diário Oficial da União (DOU) o Decreto n° 7.734 , da Presidência da República, que incorpora ao ordenamento jurídico brasileiro a Decisão CMC 39/11 do Mercosul. A decisão possibilita a elevação temporária da Tarifa Externa Comum (TEC), até o nível consolidado na Organização Mundial do Comércio (em geral, 35% para produtos industrializados e 55% para produtos agrícolas). A norma prevê o limite de até cem itens que poderão ter sua alíquota elevada, por razões de desequilíbrios comerciais causados pela conjuntura econômica internacional, por um prazo de até doze meses, renováveis por igual período, sendo que o prazo final de vigência da lista é 31 de dezembro de 2014.

A decisão, assinada pelos países do Mercosul em dezembro de 2011, deve ser incorporada às legislações internas. O Brasil e a Argentina já cumpriram esta etapa. Mas é preciso aguardar os demais países do bloco. Depois disso, o governo brasileiro ainda terá que esperar mais trinta dias para enviar a lista aos outros sócios do Mercosul. Cada país, então, deverá encaminhar aos demais um formulário específico sobre a elevação tarifária e estes terão quinze dias úteis para eventual negativa acompanhada de fundamentação objetiva. Se não houver oposição, o país estará autorizado a adotar a medida.

GTAT/TEC

O processo de análise interna das solicitações teve início em janeiro deste ano, com a criação do Grupo Técnico sobre Alterações Temporárias da Tarifa Externa Comum (GTAT/TEC), presidido pela Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior e formado por representantes dos Ministérios que compõe a Camex (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que a preside; Casa Civil; Ministério das Relações Exteriores; Ministério da Fazenda; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; e Ministério do Desenvolvimento Agrário).

Em março, o grupo começou a receber os pedidos do setor privado e de entidades representativas por meio de uma consulta pública que terminou no início de abril. Para apresentar a solicitação, foi necessário fornecer informações como caracterização do produto, alteração pretendida, oferta e demanda, além de dados complementares

A decisão final sobre a composição da lista será do Conselho de Ministros da Camex. O secretário-executivo da Câmara de Comércio Exterior, Emilio Garofalo Filho, relembra que os critérios que estão sendo utilizados desde o ínicio da análise dos pedidos são compatíveis com o Plano Brasil Maior. Entre os parâmetros observados estão a promoção do investimento produtivo e do esforço tecnológico de inovação das empresas nacionais. Também serão levados em conta os impactos em preços. Além disso, o grupo técnico irá acompanhar os efeitos das alterações adotadas.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027-7190 e 2027-7198
Mara Schuster
mara.schuster@mdic.gov.br

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Noticia - STJ dispensa importador de colocar selo em vinho - Valor Econômico

Os importadores de vinho estão - pelo menos por enquanto - livres da obrigação de etiquetar na alfândega todas as garrafas da bebida que chegam ao Brasil. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou, pela segunda vez, os efeitos de uma sentença da Justiça Federal do Distrito Federal que autorizou os filiados da Associação Brasileira de Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (Abba) a não utilizar o selo fiscal. A obrigação entrou em vigor em janeiro para os vinhos nacionais e importados.

A decisão, publicada na semana passada, foi concedida pela Corte Especial do STJ - formada por 15 magistrados. O mesmo entendimento já havia sido adotado em janeiro pelo presidente do tribunal, Ari Pargendler, que negou um pedido de suspensão de segurança da União para sustar os efeitos da sentença.

A Abba ajuizou um mandado de segurança no fim de 2010 contestando a medida, em razão da logística necessária - pois é preciso abrir as caixas, selar e reempacotar todas as garrafas que dão entrada no país - e das implicações econômicas sobre os importados. Além disso, a entidade defende que, por trás da obrigação, há a criação de um obstáculo alfandegário, resultante do crescimento da presença dos vinhos importados no mercado brasileiro. "O selo fiscal é um gravame excessivo para o setor", diz a advogada que representa a entidade no processo, Silvana Bussab Endres, do escritório Lima Gonçalves, Jambor, Rotenberg & Silveira Bueno Advogados, acrescentando que a validade da exigência é questionada sob todos os seus aspectos - legais e de concorrência.

Ela lembra que a indústria de vinho nacional - representada por entidades do setor - solicitou ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) a abertura de um processo de salvaguarda contra os vinhos importados. O pedido está sob análise do Departamento de Defesa Comercial (Decom).

Pela petição das entidades encaminhada ao órgão, excluindo-se o Mercosul e Israel, o vinho importado aumentou, entre 2006 e 2010, sua participação no mercado nacional de 48,8% para 58,5%. Outros dados econômicos levados pelas entidades ao Ministério mostram também o crescimento no consumo da bebida no mercado nacional.

O procurador-geral adjunto da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), Fabrício Da Soller, afirma que do vinho passou-se a exigir uma obrigação que já é prevista para outras bebidas "quentes", como o uísque, por exemplo. O pedido de suspensão de segurança - usado para situações de emergência - baseou-se no fato de que, sem o selo, a Receita Federal deixaria de ter o controle da tributação do produto. Outra justificativa para a urgência de suspensão da decisão de primeira instância seria a necessidade de controle da saúde pública.

Em seu voto, o relator do caso, ministro Ari Pargendler, afirmou que a Fazenda não levou aos autos estudos que indicassem a grave lesão às finanças públicas (evasão de tributos). O ministro, cita decisão anterior do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região que negou o pedido de suspensão da Fazenda ao considerar que o selo aparentemente esconde que a "medida visa proteger as vinícolas nacionais".

Com a decisão da Corte Especial, esgotaram-se os recursos dentro do STJ para a suspensão da decisão. Agora, a Advocacia-Geral da União (AGU) só pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). O órgão porém, avalia qual medida tomará.

Como o pedido de suspensão é um procedimento paralelo ao processo principal, o mérito da questão - ou seja, a legalidade do selo fiscal - ainda será julgado pela segunda instância, com possibilidade de recursos aos tribunais superiores. A PGFN já recorreu da sentença por meio de uma apelação ao TRF.

Sobre o resultado da decisão do STJ, o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) afirmou por nota que o "assunto está na esfera da AGU e que as entidades representativas do setor vitivinícola brasileiros - entre elas o Ibravin, a Uvibra e a Agavi - confiam na Justiça e no governo federal, que está tratando do assunto".

Noticia - Alíquota unificada de ICMS pode reabrir disputas estaduais - Valor Econômico

A unificação da alíquota interestadual do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre importados deve dar origem a novas discussões entre os Estados. Para especialistas, o texto da Resolução do Senado nº 13, que estabeleceu a alíquota de 4% nessas operações, deixa margem para concessão de novos incentivos fiscais pelos Estados ou para planejamento tributário pelas empresas.

Claudio Trinchão, coordenador dos Estados no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), diz que pontos importantes resultantes da resolução devem ser regulamentados e começarão a ser discutidos no grupo técnico do órgão nas próximas semanas. "Essas questões são contundentes e demorarão para ser definidas, porque os Estados com certeza terão entendimentos antagônicos."

Uma das questões que têm levantado dúvidas é se a alíquota de 4% é aplicável somente na primeira venda interestadual ou se nas subsequentes também.

Para a advogada Ticiana Carneiro da Cunha, do Machado Associados, essa é uma das questões que devem passar pelo Confaz. Ela acha que o órgão deverá definir se as vendas seguintes devem seguir a alíquota única ou as alíquotas para as demais operações: de 7% ou 12%, conforme o destino.

Caso seja aplicável a alíquota de 4% em toda as operações interestaduais da cadeia de comercialização do importado, surgem outras questões que podem causar conflitos entre os Estados, diz Ticiana. A advogada lembra que, segundo a resolução, a alíquota unificada é aplicável a mercadorias com conteúdo de importação superior a 40%. E esse conteúdo é calculado com base na fatia que o valor da parte importada representa do valor total de revenda do produto.

O problema, explica Ticiana, é como as empresas da cadeia de comercialização que façam as vendas interestaduais vão ter acesso ao valor de importação. "E essa informação é importante para calcular o 'conteúdo de importação' e também para aplicar a alíquota correta da operação interestadual." Sem isso, a empresa fica sem segurança para fazer o recolhimento do imposto interestadual e, caso decida pela alíquota de 4%, pode ser questionada pela Fazenda do Estado de origem. "Se a escolha for pela alíquota de 12% a empresa pode ser questionada pelo Estado de destino, que não aceitará o crédito nesse percentual."

Alessandra Craveiro, sócia do Guerra Doin & Craveiro, acredita que a alíquota de 4% seja aplicável somente na primeira operação interestadual. Nesse caso, porém, surge uma brecha para novo incentivo fiscal que, na prática, permitirá ao produto importado continuar a ter carga tributária menor do que o fabricado nacionalmente. Isso aconteceria por meio de um benefício de ICMS concedido não mais pelo Estado da importação, mas sim pelo Estado de revenda da mercadoria.

Por exemplo, uma mercadoria importada pelo Estado de Santa Catarina e que tenha a primeira operação interestadual de venda ao Estado de Goiás. Essa operação é tributada a 4%, mas a Fazenda de Goiás pode conceder um crédito presumido para ser abatido da operação interestadual seguinte: uma venda para São Paulo, por exemplo. Essa venda seria tributada a 12%, gerando crédito nessa alíquota em São Paulo, mesmo que no Estado de origem, Goiás, não tenha sido pago o imposto nesse percentual.

"Isso é algo que pode acontecer porque na verdade a guerra fiscal entre os Estados ainda existe. O que se tentou combater com a nova resolução foi somente a guerra fiscal dos portos", resume o tributarista Fernando Ayres, do Mattos Filho Advogados. Alessandra acredita que há muitas questões nebulosas, o que pode resultar em questionamentos judiciais sobre a constitucionalidade da resolução ou tornar inaplicável a unificação de alíquotas.

"A resolução delega ao Confaz a definição de critérios e procedimentos em um processo de certificação de conteúdo de importação", diz Alessandra. As empresas, conta, não têm ideia nenhuma de como essa certificação será feita. "Isso existe em alguns setores, como a indústria do petróleo, por exemplo, mas é um processo extremamente complexo, cheio de procedimentos. O conteúdo de importação é dado por empresas certificadoras especializadas. Será que isso será viável em outros tipos de mercadorias e bens?"

Outra questão polêmica, levanta Alessandra, fica por conta da definição de existência de similar nacional pela Câmara de Comércio Exterior (Camex). Esse órgão já participa do exame de fabricação nacional de bens de capital. Essa verificação é feita quando o importador da máquina quer um benefício tributário de redução do imposto de importação. Nos últimos meses, importadores de bens de capital já apontam atrasos no exame desse benefício, o que aumenta o receio de que o órgão pode não dar conta da verificação de existência de similaridade nacional para as diversas mercadorias desembarcadas. "A importação é muito dinâmica e não se sabe se os órgãos vão conseguir acompanhar isso."

Trinchão, coordenador do Confaz, diz não ter nenhuma resposta às primeiras dúvidas sobre a resolução, que entra em vigor em 2013. "A redação da resolução não foi muito feliz. O Confaz não participou da aprovação da medida, mas recebeu atribuições", diz ele, também secretário de Fazenda do Maranhão. "Isso levará muito tempo de análise do grupo técnico do Confaz e muita discussão até a chegada de um consenso. Há várias situações práticas e nem sabemos como o Confaz vai formalizar essa regulamentação: se por meio de ajuste ou protocolo, por exemplo."

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Noticia - União Europeia abre queixa contra a Argentina na OMC - Valor Econômico

Hoje, a União Europeia pretende registrar queixa na Organização Mundial do Comércio questionando as normas de importação da Argentina, como parte de um plano para mostrar à presidente Cristina Kirchner o desagrado com uma série de políticas que estão irritando as maiores economias do mundo.

Funcionários da UE dizem que a decisão da Argentina de nacionalizar a produtora de petróleo e gás YPF SA, subsidiária da espanhola Repsol YPF SA, no mês passado, foi apenas a mais recente de uma série de medidas tomadas pelo governo Kirchner que já causaram prejuízo a investidores e empresas estrangeiras.

A queixa a ser feita na OMC, árbitro de disputas comerciais com sede em Genebra, não vai citar a nacionalização da YPF, que não viola nenhuma regra da entidade, dizem dois dos funcionários. Mas a nacionalização convenceu autoridades europeias de que é preciso medidas mais contundentes para reparar a relação econômica cada vez pior entre Europa e Argentina.

"A Repsol foi a gota d'água", disse um funcionário europeu a par da queixa, que não quis ser identificado porque o documento ainda não era público. "De modo mais geral, é reflexo de uma agenda cada vez mais protecionista da Argentina."

A queixa, que segundo o oficial a par do assunto seria apresentada pela Comissão Europeia, o braço executivo do bloco, daria início a um largo processo na OMC. O primeiro passo prevê conversas entre a UE e a Argentina. Se após 60 dias os dois lados não chegarem a um acordo, a OMC reúne um painel de juízes para ouvir argumentos de um lado e outro. A decisão do painel pode levar anos; depois disso, ambos os lados ainda poderiam entrar com recurso.

Se a UE sair vitoriosa no final, pelas regras do comércio internacional o bloco poderia impor tarifas sobre produtos argentinos - o que poderia ajudar a dobrar Buenos Aires: os 27 países do bloco europeu são o segundo maior mercado de exportação da Argentina, atrás apenas do Brasil. A soja e outros produtos agrícolas argentinos são o principal item dessa pauta.

A queixa vai questionar normas e políticas que, segundo os europeus, fecham o mercado argentino a produtos importados, disse a autoridades do bloco. A Argentina exige que todo importador obtenha do governo uma licença que não é automaticamente renovada, um processo complicado que a UE alega que desincentiva empresas a comprar produtos de fabricação estrangeira. A lista de itens abrangidos vai de carros a eletrônicos.

Além disso, todo importador precisa ser previamente cadastrado pelo governo argentino. A Argentina usa esses procedimentos para monitorar atividades de importadores e, possivelmente, fazer pressão para que não importem mais do que exportam, alega a queixa da UE, de acordo com o funcionário a par da denúncia. O processo é arbitrário e opaco, e parece violar normas da OMC, disse o funcionário.

Em fevereiro, a comissão disse que o sistema de licença de importações da Argentina custou US$ 147 milhões a empresa europeias entre janeiro e setembro do ano passado. Cerca de 12% das exportações europeias para a Argentina são cobertas pelo sistema não automático de licenciamento do país, segundo a comissão.

O governo Kirchner alega que as empresas aceitam voluntariamente limitar suas importações pelo sistema de licenciamento, mas os parceiros comerciais estão duvidosos.

De maneira mais ampla, a Argentina afirma que as regras de comércio internacional policiadas pela OMC, negociadas durante décadas entre seus membros - atualmente, 155 países -, são prejudiciais a países em desenvolvimento.

O ministro das Relações Exteriores da Argentina, Héctor Timerman, depois de uma reunião ontem com o diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, disse num comunicado que países mais desenvolvidos mantêm práticas protecionistas em agricultura que "prejudicam seriamente o mundo em desenvolvimento", mesmo quando as tarifas sobre bens industrializados caem, o que beneficia países mais ricos.

Países em desenvolvimento atualmente enfrentam "pressão excessiva" para absorver bens produzidos por países mais ricos cujos mercados domésticos estão enfraquecidos, disse o comunicado.

Outros países podem em breve unir-se à queixa, disse o funcionário da UE. Em março, os Estados Unidos, o Japão, a Austrália, o Canadá e dez outros países entregaram um comunicado repleto de duras palavras contra as políticas argentinas de controle de importações.

"As medidas de restrição a importações e práticas que a argentina tem adotado são incabíveis para qualquer membro da OMC, particularmente um membro do G-20 que se comprometeu a evitar a criação de novas barreiras ao comércio e ao investimento", dizia o comunicado.

Embora a disputa em torno da estatização da YPF não vá ser mencionada na queixa, a UE espera que esta aumente a pressão sobre a Argentina para repensar o assunto. Espanha, Repsol e Argentina estão tratando de sua disputa sob os termos de um acordo de investimento distinto entre os dois países.

A Espanha e a Repsol querem mais dinheiro do governo argentino pelos 51% que ele pegou da YPF.

Na semana passada, a Repsol abriu um processo contra a Argentina num tribunal distrital dos EUA em Nova York, pedindo que o governo argentino pague US$ 10,5 bilhões, com base numa avaliação total da YPF de cerca de US$ 18 bilhões.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Legislação - Noticia Siscomex nº 98/2012 - Paralização - Siscomex - Noticia Siscomex nº 92/2012 - Sem efeito

Através da Noticia Siscomex nº 98/2012, a Coordenação-Geral de Administração Aduaneira - COANA tornou sem efeito a Noticia Siscomex nº 92/2012, referente a paralização dos sistemas aduaneiros nos dias 26 e 27/05.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Noticia - Argentina quer Mercosul mais "protegido" - FSP/Aduaneiras.

A Argentina propôs ontem ao Brasil elevar de forma generalizada as tarifas cobradas para a entrada de produtos de fora do Mercosul para os maiores níveis permitidos pela Organização Mundial do Comércio (OMC). A proposta visa elevar a proteção da indústria da região. O Itamaraty não tomou posição e declarou que ainda estudará a ideia. O Mercosul cobra de outros países hoje uma tarifa de importação média de 10%, segundo o Itamaraty. A alíquota máxima permitida pela OMC para produtos industrializados é de 35%, de acordo com publicado na edição de hoje do jornal Folha de S. Paulo.

Noticia - UE deve abrir queixa na OMC contra a Argentina - OESP/Aduaneiras

A União Europeia (UE) vai apresentar nos próximas dias uma queixa na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra as restrições da Argentina à importação, informou a 'Reuters', citando uma fonte no governo da Espanha, de acordo com o jornal O Estado de S.Paulo.

NOTICIA - TV RECEITA LANÇA SÉRIE DE VÍDEOS COM ORIENTAÇÕES SOBRE A DECLARAÇÃO DO IR 2015 - Fonte: RECEITA FEDERAL

Principais dúvidas dos contribuintes são explicadas de forma didática A Receita Federal divulgou no dia 17/3, no canal da TV Receita no y...