quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Noticias - ABIPECS: Exportações de carne suína aumentam 8,47% em volume, em janeiro - Aduaneiras.

No mês de janeiro, Hong Kong despontou como principal destino da carne suína brasileira, com aproximadamente 37% das exportações. A Rússia despencou para a 6ª posição, atrás de Hong Kong, Ucrânia, Argentina, Angola e Singapura. Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), por meio de sua assessoria, as exportações brasileiras de carne suína aumentaram 8,47% em toneladas e 4,08% em valor, em janeiro, na comparação com igual período de 2011. O Brasil embarcou 37.756 toneladas e obteve uma receita de US$ 96, 82 milhões.

Noticias - Fevereiro começa com superávit de US$ 196 milhões - MDIC/Comexdata.

As exportações brasileiras, na primeira semana de fevereiro (1º a 5), com três dias úteis, foram de US$ 2,604 bilhões, com média diária de US$ 868 milhões. O resultado é 3,8% superior à média de US$ 836,6 milhões, registrada em fevereiro de 2011.

Neste comparativo, houve aumento nas exportações de manufaturados (28,6%), com destaques para energia elétrica, centrifugadores para filtrar e depurar, aviões, automóveis, óleos combustíveis, máquinas e aparelhos para terraplanagem, e partes de motores para veículos e autopeças. Por outro lado, decresceram as vendas de básicos (-13,8%), por conta, principalmente, de petróleo, em bruto, milho em grão, carne bovina, suína e de frango, minério de ferro e farelo de soja, e também de semimanufaturados (-1,7%), devido à retração nos embarques de açúcar em bruto, alumínio em bruto, celulose, catodos de níquel e catodos de cobre.

Na comparação com a média de janeiro deste ano (US$ 733,7 milhões), as exportações tiveram alta de 18,3%, com aumento nas vendas de produtos manufaturados (44,2%), semimanufaturados (7,3%) e básicos (1,8%).

Na primeira semana do mês, as importações somaram US$ 2,408 bilhões, com resultado médio diário de US$ 802,7 milhões. Por esse critério, houve aumento de 3,3% em relação a fevereiro do ano passado (média de US$ 776,9 milhões). Aumentaram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (41,9%), instrumentos de ótica e precisão (35,5%), equipamentos mecânicos (30,9%), plásticos e obras (18,9%), combustíveis e lubrificantes (13,1%), siderúrgicos (10,3%) e farmacêuticos (3,4%).

Na comparação com janeiro de 2012 (média de US$ 792,4 milhões), houve aumento de 1,3% nas aquisições no mercado externo. Houve crescimento, principalmente, nas compras de instrumentos de ótica e precisão (28,4%), equipamentos mecânicos (24,9%), plásticos e obras (17,4%), farmacêuticos (16,6%), e combustíveis e lubrificantes (12,9%).

Com estes dados, a balança comercial brasileira registrou, na primeira semana de fevereiro, superávit de US$ 196 milhões, com média diária de US$ 65,3 milhões. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) totalizou US$ 5,012 bilhões, com média diária de US$ 1,670 bilhão. Houve crescimento de 3,5% na comparação com a média de fevereiro de 2011 (US$ 1,613 bilhão) e aumento de 9,5% sobre a de janeiro deste ano (US$ 1,526 bilhão).

Ano

De janeiro à primeira semana de fevereiro deste ano (25 dias úteis), as vendas ao exterior somaram US$ 18,746 bilhões (média diária de US$ 749,8 milhões). O resultado é igual ao aferido no mesmo período de 2011 (US$ 749,8 milhões). As importações no ano estão em US$ 19,841 bilhões, com média diária de US$ 793,6 milhões. O valor é 10,8% maior em relação à média registrada no mesmo período de 2011 (US$ 716,6 milhões).

No acumulado do ano, o saldo da balança comercial está deficitário em US$ 1,095 bilhão, com média diária negativa de US$ 43,8 milhões. A corrente de comércio somou US$ 38,587 bilhões, com média diária de US$ 1,543 bilhão. O valor é 5,3% maior que a média aferida no mesmo período no ano passado (US$ 1,466 bilhão).


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Noticias - Câmbio valorizado e importações travaram o crescimento industrial em 2011 - Agência Brasil/Comexdata.

A indústria de transformação fechou o ano de 2011 com faturamento positivo, mas aquém do registrado em 2010. De acordo com o gerente executivo de Políticas Econômicas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco, a concorrência dos produtos estrangeiros e a valorização do câmbio foram os fatores que influenciaram o resultado do setor.

"[Há uma] grande entrada de produtos importados no mercado brasileiro. A taxa de câmbio favorável faz com que se torne mais barato o produto estrangeiro. Com isso, se retira o mercado do produto nacional", disse ele.

Castelo Branco disse ainda que a demanda doméstica tem crescido, mas está direcionada para os produtos importados. "A estagnação da indústria reflete esse quadro de mudança internacional do Atlântico Norte [Estados Unidos e Europa] para o [Oceano] Pacífico [países asiáticos, como China e Japão], o que é prejudicial para a indústria. A Ásia é concorrente dos nossos produtos, não mercado para os produtos brasileiros como são a Europa e os Estados Unidos", explicou.

Ele disse ainda que as medidas adotadas pelo governo para estimular a produção nacional, como Plano Brasil Maior e a redução das taxas de juros, poderão favorecer a indústria, com os resultados começando a aparecer neste início de ano.

Noticias - Exportação para os árabes fica estável - Agência Anba/Comexdata.

As vendas do Brasil para o mundo árabe somaram US$ 1,083 bilhão em janeiro, ante US$ 1,087 bilhão no mesmo mês de 2011. As importações mais do que dobraram.

As exportações do Brasil para os países árabes ficaram estáveis no primeiro mês deste ano sobre o mesmo período do ano passado, em US$ 1,083 bilhão. Em janeiro de 2011 elas estavam em US$ 1,087 bilhão. "Foi praticamente uma manutenção", afirma o CEO da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby.

O CEO lembra que os primeiros meses do ano, como janeiro e fevereiro, são de volume menor de vendas para a região, já que é o período em que os importadores de lá desovam os seus estoques. Segundo Alaby, o inverno no Hemisfério Norte, onde estão os países árabes, dificulta o transporte para lá e por isso os embarques são antecipados.

Segundo dados compilados pela Câmara Árabe, com base nos número do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, houve aumento de 4,97% das vendas para os países do Golfo (Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Kuwait e Omã), crescimento de 3,1% nas exportações para as nações do Levante (Iraque, Jordânia, Líbano e Síria) e queda de 7,33% para o Norte da África (Argélia, Djibuti, Egito, Comores, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Somália, Sudão e Tunísia).

O país que mais importou do Brasil, entre os árabes, foi Arábia Saudita, com US$ 224,7 milhões e queda de 3,6% nas compras sobre o mesmo mês de 2011, seguido de Egito, com US$ 202 milhões e aumento de 22%; Emirados, com US$ 193 milhões e alta de 93%; Argélia com US$ 75 milhões e recuo de 43,4%; e Marrocos, que fez compras de US$ 71,6 milhões, 13% menores do que em janeiro de 2011. Houve aumento nas vendas de açúcar, alumínio, carnes e arroz, mas queda em outros produtos como minérios, óleo de soja e milho.

Já as importações brasileiras do mundo árabe avançaram bastante, 131%, para US$ 759 milhões. O maior fornecedor foi a Arábia Saudita, com US$ 367 milhões e avanço de 73 vezes. O segundo maior fornecedor foi Argélia. Os envios do país, porém, recuaram 24%. Houve aumento nas compras de petróleo e querosene de aviação, entre outros produtos do gênero. O saldo da balança ficou favorável ao Brasil, em janeiro, em US$ 324,8 milhões, e a corrente comercial somou US$ 1,8 bilhão.

Legislação - Comunicado CGEX n° 008/2012 - Informações sobre registro de RE no Novaex - MDIC/Comexdata.

Tendo em vista as diversas dúvidas para registro de RE no Novoex com relação às adições e itens, informamos que:

 1)     "Adições de RE" é o termo utilizado em substituição ao termo "anexo de RE" que era usado no SISBACEN, para inclusão de produtos de NCM diferentes num mesmo RE base.

2)     Para registro de adições (002, 003 e etc.) para um RE basta seguir os seguintes passos:

a.     O primeiro RE a ser registrado deve possuir saldo (aba Dados Gerais) suficiente para abranger todas as adições.
b.    Dessa forma, quando este RE for gravado -  e se todo o valor do RE não for utilizado pelos itens de mercadoria -  o sistema perguntará se o exportador deseja incluir adições.
c.     O Exportador poderá optar entre continuar incluindo mercadorias (informar "SIM") ou reservar o saldo para continuar preenchendo em outro momento (informar "NÃO").
d.    Se informar "SIM", poderá incluir novas mercadorias, com diferentes NCM, até o restante do saldo.
e.     Se informar "NÃO", o sistema reservará o saldo e finalizará a operação.
f.     Quando o Exportador quiser continuar a incluir mercadorias, o Exportador deverá utilizar a opção "Registro de Exportação >> Cadastro >> Inclusão >> Adição de RE", informar o número do RE base e preencher as demais informações.

3)     Por sua vez, os "Itens" de mercadoria são utilizados para serem informadas descrições diferentes para as mesmas NCM (página 12).

Vejam como preencher os RE e demais informações nos arquivos abaixo:




Atenciosamente,
SECEX/DECEX/CGEX

Legislação - Comunicado CGEX n° 009/2012 - Emissão do RC no Novoex de produtos comercializados em "peças" - MDIC/Comexdata

No caso de emissão de RC no Novoex de produtos comercializados em "peças" ou outras unidades de comercialização que possam ser substituídas por "unidade", pedimos, sempre que possível, responder "SIM" na aba 2 (Registro de Mercadorias) à pergunta "a unidade de comercialização é unidade?". No caso da resposta ser "NÃO", o sistema solicitará informar a unidade de medida e não calculará o prazo regulamentar, gerando pendência também no DECEX. Ressaltamos que já foi solicitado ao Serpro correção para que o sistema calcule o prazo regulamentar da NCM, independente da unidade de medida de comercialização informada.

Atenciosamente,
SECEX/DECEX/CGEX

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Noticia - MDIC trata de novas normas para trading companies - MDIC/Comexdata.

Foi realizada no dia 03/02, no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), uma reunião de representantes da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do MDIC, da Receita Federal, da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) com entidades setoriais das empresas comerciais exportadoras, também conhecidas como trading companies.  

Na abertura do encontro, o secretário-executivo do MDIC, Alessandro Teixeira, destacou a importância deste setor na estratégia de ampliação das exportações brasileiras. "Desde o meu período como presidente da Apex Brasil, eu trabalho para aumentar o volume das exportações por meio das trading companies. Esse setor tem um papel central para expandir a participação das pequenas e médias empresas na pauta do que exportamos", disse.

A secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Lacerda Prazeres, também presente ao evento, registrou a participação da Receita Federal no trabalho que está sendo feito para aperfeiçoar o marco regulatório e reduzir a burocracia. "Secex e Receita estão trabalhando de forma integrada neste processo", disse. Medidas estão sendo avaliadas e a intenção é que as entidades representativas possam contribuir com sugestões para a modernização e atualização do regime legal do setor, estabelecido na década de 70.

O objetivo específico desta reunião foi discutir alterações na legislação sobre as operações dessas empresas para viabilizar a manipulação de cargas a serem exportadas fora de recintos alfandegados. Essa é uma demanda do setor e a iniciativa para a solução partiu da Receita Federal.

Trading companies


A venda ao exterior por intermédio de empresas comerciais exportadoras são classificadas como exportações indiretas e são equiparadas às exportações diretas no aspecto fiscal. Elas apresentam vantagens, principalmente, para o micro, pequeno e médio produtor nacional que não dispõe de uma estrutura própria dedicada às operações de comércio exterior. 

Neste ano, o MDIC passou a divulgar a balança comercial das trading companies para servir como indicador para o setor e também para auxiliar na formulação de políticas públicas na área.


Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027-7190 e 2027-7198
André DIniz
andre.diniz@mdic.gov.br

NOTICIA - TV RECEITA LANÇA SÉRIE DE VÍDEOS COM ORIENTAÇÕES SOBRE A DECLARAÇÃO DO IR 2015 - Fonte: RECEITA FEDERAL

Principais dúvidas dos contribuintes são explicadas de forma didática A Receita Federal divulgou no dia 17/3, no canal da TV Receita no y...