segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Noticia - Setor sucroenergético define países-alvo para promoção de exportações - Portal Apex Brasil/Comexdata.

Empresários integrantes do projeto Brazilian Sugarcane Bioenergy Solutions, desenvolvido em parceria pelo Arranjo Produtivo Local do Álcool (APLA) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), definiram, em oficina realizada nesta semana, os oito países-alvo das ações de promoção de exportações em 2011 e 2012. Com perspectiva de negócios imediatos, serão trabalhados os seguintes mercados: Argentina, Colômbia e Venezuela, na América do Sul; Guatemala, na América Central e Caribe; e México, na América do Norte. Em busca de resultados de longo prazo, o foco estará em Sudão e África do Sul, no continente africano, e Tailândia, na Ásia. Nesses destinos, o objetivo será fazer prospecções sobre oportunidades para futuras negociações.

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Brazilian Sugarcane Bioenergy Solutions é o projeto de promoção de exportações de equipamentos, produtos e serviços das empresas do setor sucroalcooleiro que objetiva aumentar as exportações do setor, projetando o Brasil como referência em nível mundial. A definição dos mercados-alvo do Projeto aconteceu durante a "Oficina de Análise de Mercados Potenciais", realizada na Faculdade Semar/Unicastelo, em Sertãozinho (São Paulo), com participação de cerca de 20 empresas e técnicos da Unidade de Inteligência Comercial e Competitiva da Apex-Brasil. O evento teve também o apoio do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (Ceise-BR) e da Prefeitura de Sertãozinho.

Para identificar os mercados-alvo, a Apex-Brasil utilizou uma metodologia que dimensiona a conjuntura dos mercados em potencial e os interesses dos empresários. "Fizemos a análise quantitativa, com números do PIB, exportação e produção, entre outros, de diversos países onde é possível haver interesse para o setor", explica Marcos Tadeu Caputi Lélis, coordenador da Unidade de Inteligência Comercial e Competitiva da Apex-Brasil. Para aperfeiçoar a análise do mercado externo, esse levantamento preliminar foi somado a informações fornecidas pelos empresários, na chamada análise qualitativa. "Temos as informações de demanda, mas não sabemos a capacidade de oferta das empresas", diz Lélis.

As informações foram comparadas, e chegou-se aos mercados com maior potencial para os produtos do setor. "Uma solução encontrada para convergir as diversas necessidades de demanda e oferta foi definir o aspecto regionalizado das missões internacionais", explica Lélis. "Quando houver uma ação em determinado país, vamos procurar estabelecer diálogo com governos e empresários de mercados ao redor para otimizar o tempo e os investimentos", complementa Eduardo Caldas, gestor de projetos da Apex-Brasil.

Dos oito mercados selecionados, somente na Venezuela o foco será exclusivo em empresários locais. Nas ações realizadas na Argentina, haverá também a busca por contatos com Uruguai, Paraguai e Chile. Na Colômbia, os contatos serão estendidos a Equador e Peru, e, quando a ação for na Guatemala, deverá ser coordenada com representantes de Cuba, Jamaica, Honduras, El Salvador e Panamá. No caso do México, a perspectiva é estabelecer diálogo também com empresas dos Estados Unidos. No Sudão, o objetivo será alcançar todo o norte da África, enquanto que as ações na África do Sul terão foco no sul do continente. A Tailândia servirá de ponto de partida para ações envolvendo países de todo o sudeste asiático, além de China e Índia.

O presidente do APLA, José Antonio de Godoy, participou da oficina e elogiou a qualidade dos debates. "É muito importante este exercício constante de troca de informações", disse Godoy. Para o secretário-executivo do APLA, Flávio Castelar, "este diálogo é importante para que possamos construir uma estratégia em conjunto e ter chances mais amplas de encontrar bons parceiros e negócios". Um dos integrantes da oficina foi o representante de vendas da Mausa, Luiz Baldini, para quem a oportunidade contribuiu para ampliar as discussões internas da empresa e oferecer uma compreensão mais ampla de oportunidades de negócio. "Tem muita informação boa aqui, e também podemos trocar experiências e entender alguns aspectos antes não observados dentro de nossas empresas", disse.
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Imprensa do APLA- Erich Vallim Vicente - assessoria@apla.org.br - (19) 9785 4912
Assessoria de Imprensa da Apex-Brasil - imprensa@apexbrasil.com.br - (61) 3426 0202

Noticia - CORTE DO ORÇAMENTO É SINAL POSITIVO PARA O PAÍS, DIZ FMI - DCI/Aduaneiras.

"O Brasil envia um bom sinal aos mercados com o corte orçamentário da ordem de R$ 50 bilhões [US$ 30 bilhões]", declarou o diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a América Latina, Nicolás Eyzaguirre.

"O que a presidente Dilma Rousseff fez em termos de consolidação fiscal é um bom sinal, vemos de forma positiva essa medida", declarou Eyzaguirre, durante um discurso no centro de análise Diálogo Interamericano.

O Brasil é um dos países que está mostrando mais aquecimento econômico na região, com uma inflação que está acelerando e uma moeda chegando a níveis históricos de apreciação.

O governo Dilma anunciou na quarta-feira passada que esse corte no orçamento afetaria principalmente os estímulos econômicos implementados para lutar contra a recente crise financeira mundial, que teve início há 18 meses. Contudo, o diretor do FMI alertou que a apreciação pode ser negativa para o País. "Uma maior apreciação do real poderá ser perigosa", advertiu Eyzaguirre. Os problemas do Brasil, que deverá crescer 4,5% em 2011, são os mesmos enfrentados pelos países emergentes em geral, e particularmente os países da América Latina. "O que os países deveriam fazer e já estão começando a entender é colocar a política fiscal em ponto morto", sugeriu Eyzaguirre.

"Os fluxos de capital estão inundando a região, com cerca de US$ 132 bilhões líquidos em 2010", mencionou Eyzaguirre.

"A América Latina está absorvendo todo o excesso de liquidez dos países ricos", advertiu. "O que a China não está fazendo em termos de equilíbrio [de contas externas] está indo parar na América Latina", completou.

A América Latina está sofrendo o reaquecimento também devido à falta de colaboração chinesa em temas como a cotação do iuane, opinou o diretor do Fundo Monetário Internacional para a América Latina.

"Todas as crises anteriores na região foram precedidas de altos déficits das contas correntes" como está ocorrendo atualmente, advertiu Ezyzaguirre, que, no entanto, declarou que os governos são mais conscientes disso que há uma década.

Noticia - SOJA É O GRANDE DESTAQUE DAS EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO - DCI/Aduaneiras.

O óleo de soja foi o que mais cresceu entre os produtos exportados. Em volume, o aumento foi de 377% ante 2010; em receita o óleo teve um crescimento de 531%. - São Paulo 

O complexo soja foi o destaque nas exportações do agronegócio no mês de janeiro, com crescimento de 89% nos valores ante o mesmo período de 2010. O agronegócio brasileiro exportou em janeiro deste ano US$ 5,1 bilhões, resultado 26,3% superior ao registrado no mesmo período de 2010. Além da soja, o frango e o café também obtiveram bons resultados, já o açúcar foi o destaque negativo neste primeiro mês.

O saldo da balança comercial do setor agropecuário teve acréscimo de US$ 800 milhões, comparando com janeiro de 2010, e alcançou US$ 3,9 bilhões. Nos últimos 12 meses, os embarques chegaram a US$ 77,5 bilhões.

Considerada uma das principais apostas da agricultura brasileira este ano, a soja começou o ano com resultados surpreendentes na exportação. Entre os itens embarcados o óleo de soja foi o responsável por um expressivo aumento de 377,8% nos volumes ante o ano passado. Em 2010 foram embarcados 18 mil toneladas de óleo, já neste ano o montante saltou para 86 mil toneladas. Já em valores o crescimento foi ainda maior 531%, passando de US$ 16 milhões em 2010 para US$ 103 milhões. "Os preços da soja estão muito atrativos neste ano, dado principalmente a falta mundial do produto. Com isso os volumes exportados foram maiores. Mesmo com as colheitas ainda no inicio os produtores estão aproveitando os preços pagos para começar a vender", afirmou o coordenador geral para exportação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eliezer Lopes.

Outro item que também ganhou destaque dentro do complexo, foi o grão que ampliou a quantidade vendida ao exterior em 123,7%, passando de 93 mil toneladas em janeiro de 2010, para 208 mil toneladas neste primeiro mês do ano. Em receita os grãos obtiveram um incremento de 136,3% no período. Apesar de um crescimento menos expressivo o farelo de soja que embarcou no ano passado 634 mil toneladas, viu os volumes saltarem mais de 50% este ano, fechando com 955 mil toneladas. "Apesar de janeiro ser um mês mais fraco para exportações agrícolas, os resultados foram muito bons", disse Glauber Silveira, presidente da Associação do Produtores de Soja do Mato Grosso (Aprosoja).

Em meio às altas vistas nos preços das carnes no mundo, o frango a exemplo do mercado interno brasileiro, tem se tornado a opção protéica de países em desenvolvimento. Com isso a carne foi a responsável pelo bom desempenho das exportações de carnes (frango, bovino e suíno) que somaram US$ 1 bilhão e superaram em quase 20% os números de janeiro de 2010. O produto rendeu US$ 505 milhões, 51,4% a mais que o valor registrado em janeiro de 2010. O volume exportado subiu 28%, resultando em 268 mil toneladas comercializadas. "Tivemos um grande resultado nas exportações do ano passado. E nesse ano com a continuidade da carne bovina mais cara, as exportações de frangos cresceu quase 29%. Isso não significa que esse comportamento será a tônica do ano, porque janeiro é um mês muito atípico em tudo", disse Francisco Turra, presidente da União Brasileira da Avicultura (Ubabef)

Os embarques de café também foram destaque, com receita 65,9% maior que o valor obtido no primeiro mês do ano passado, alcançando US$ 595,4 milhões. A quantidade embarcada do café em grãos subiu 23,9%, passando para 155 mil toneladas.

Queda

Apesar do açúcar estar muito valorizado no mercado internacional, os volumes embarcados em janeiro deste ano caíram 27%, passando de 1,7 milhão de toneladas, para 1,3 milhão registrado este ano. A receita também foi menor, entretanto os altos preços diminuíram a diferença. A receita de exportação do açúcar foi de US$ 763 mil em 2010, e neste ano US$ 728 mil. "Apesar da queda em volume e receita os preços do açúcar estão elevados em relação a 2010 cerca de 31%", disse Lopes.

Legislação - Portaria IRF/Corumbá - Operações de transbordo, baldeação, descarregamento e armazenamento - Rotinas Operacionais.

Foi publicada a Portaria IRF/Corumá nº 15/2011 que disciplina as rotinas operacionais de controle fiscal de mercadorias a exportar na jurisdição da IRF/Corumbá-MS, nas operações de transbordo, baldeação, descarregamento e armazenamento, de acordo com a Instrução Normativa (IN) RFB nº 1.094, de 6 de dezembro de 2010.

Ficou estabelecido o prazo até 01 de março de 2011 para o cumprimento das disposições desta.

A portaria IRF/Corumbá entrou em vigor na data de sua publicação, ocorrida em 11/02/2011.

Legislação - Portaria SECEX nº 6/2001 - Normas Administrativas de Comércio Exterior - Ácido tereftálico e seus sais - Quotas

A Portaria Secex nº 6/11 promoveu alterações na Portaria Secex nº 10/2010, que dispõe sobre operações de comércio exterior. Foi alterado o Anexo B, relativamente às Cotas Tarifárias de ácido tereftálico e seus sais (NCM 2917.36.00), de acordo com o disposto na Resolução Camex nº 2/2011.

Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, ocorrida em 11.02.2011.

Noticia - Ano deve ser bom para setor de carne bovina, avalia CNA - Agência Brasil/Comexdata.

O ano de 2011 tem tudo para ser muito bom para o setor de carne bovina do país, de acordo com informações apresentadas ontem (10) pela Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A previsão do Fórum Permanente de Pecuária de Corte da instituição é de que as exportações de carne bovina somem 2 milhões de toneladas neste ano, um aumento de 25% em relação a 2010, quando foi embarcado 1,6 milhão de toneladas. Além disso, a arroba do boi gordo está em seu patamar mais elevado, com as cotações da BM&F Bovespa indicando preços acima de R$ 100 até o segundo semestre.

A União Europeia vem retomando lentamente as compras de carne bovina in natura brasileira, produto que sofreu embargo, no início de 2008, por inadequações no sistema nacional de rastreabilidade do gado. A diminuição drástica das exportações para o bloco econômico, no entanto, está sendo compensada pelo crescimento de mercados que importam carnes menos nobres, a um preço menor, como Rússia, Hong Kong e países do Oriente Médio. Assim, o Brasil conseguiu, no ano passado, vender US$ 3,86 bilhões em carne bovina in natura, aumento de 27% sobre 2009.

Embora os custos de produção tenham aumentado cerca de 21% durante 2010, o preço da arroba do boi sofreu valorização de 40%, recuperando a margem de lucro do produtor. Na comparação entre o mês de janeiro dos últimos anos, o valor da arroba passou de R$ 74,24 no início de 2008 para R$ 80,81 em 2009, R$ 75,09 no ano passado e R$ 101,85 em 2011.

Para melhorar a imagem ainda desgastada do sistema produtivo brasileiro no mundo, principalmente em mercados como Oceania e Ásia - fechados para a carne bovina in natura brasileira por conta de o país ter áreas não reconhecidas internacionalmente como livres de febre aftosa com vacinação -, os representantes do setor estão apostando no Congresso Internacional da Carne, marcado para os dias 8 e 9 de junho em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

O estado, o segundo maior produtor nacional de gado, obteve, na semana passada, da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o status de livre de aftosa com vacinação para a área na fronteira com o Paraguai e a Bolívia, a única de seu território que ainda não tinha o reconhecimento. Durante o congresso internacional, os participantes devem visitar propriedades pecuárias e conhecer melhor o sistema de criação de gado no país.

"Queremos mostrar a realidade brasileira indo às propriedades, mostrando que estamos cumprindo a parte social e também ambiental", afirmou o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel.

"Precisamos fazer esse resgate e mostrar que fizemos o nosso dever de casa", complementou o vice-presidente de finanças da CNA, Ademar Silva Júnior. Segundo eles, para ajudar nesse objetivo, foram chamados para o evento representantes de países com experiência em marketing para a carne, como Austrália, Estados Unidos e Argentina.

Noticia - MDIC apresenta programa de biocombustíveis brasileiro para El Salvador, Guatemala e Republica Dominicana - MDIC/Comexdata

A Secretaria de Inovação (SI) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) recebeu especialistas do setor de etanol de El Salvador, Guatemala e Republica Dominicana para conhecer a experiência brasileira de biocombustíveis e verificar a possibilidade de sua adaptação para o desenvolvimento da produção na América Central. A visita da última terça-feira (08/02) é parte dos esforços dos governos do Brasil e dos EUA para avançar a cooperação em biocombustíveis.

De acordo com o secretário de Inovação, Francelino Grando, o setor de biocombustíveis ganhou novos rumos durante o governo Lula, o que elevou o consumo de etanol e permitiu a implantação do uso do biodiesel como novo biocombustível. "O compromisso da presidenta Dilma Rouseff, criadora do programa de biodiesel, é o de continuar com o crescimento do setor", acrescentou Grando.

Integraram a delegação mista da América Central, por El Salvador, diretor de combustíveis do Conselho Nacional de Energia, Manuel Cerrato, e representantes dos Ministérios do Meio Ambiente e Recursos Naturais, Margarida Garcia, e da Agricultura e Pecuária, Noé David Hernandez Flores. Pela Guatemala, vice-diretor de hidrocarbonetos do Ministério de Minas e Energia, Javier Lopez, e representante do Ministério do Meio Ambiente e Recursos Naturais, Byron Orozco. Já pela República Dominicana compareceram o diretor de Energia não Convencional do Ministério de Indústria e Comércio, Salvador Rivas, e o diretor do Centro de Investimento e Exportação, Franklin Lithgow Peña.

O diretor de Energia e Biocombustíveis do Departamento de Estado Americano, Richard Simmons, e o especialista em Energia do Departamento de Desenvolvimento Sustentável da Organização dos Estados Americanos (OEA), Francisco Burgos, acompanharam a delegação. Também participaram representantes da Secretarias do Desenvolvimento da Produção do MDIC, da Agência de Promoções às Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), da Universidade Federal de São Carlos e do Arranjo Produtivo Local do Álcool (APLA).

Na reunião, os brasileiros fizeram apresentações sobre biocombustíveis como negócio e como indutor de desenvolvimento econômico e social, histórico do etanol no Brasil e setores de máquinas, automobilístico e equipamentos agrícolas e industriais.

Os membros que compuseram a delegação disseram que Guatemala e El Salvador são nações que possuem vocação para a produção de cana-de-açúcar e, com isso, vislumbram a possibilidade de exportação de etanol para os Estados Unidos da América. Por sua vez, o Brasil se dispôs a auxiliar os dois países nas suas metas de desenvolvimento da produção de etanol, na formulação das políticas regulatórias e no desenvolvimento do plantio e da industrialização da cana-de-açúcar.  

O desenvolvimento sustentável centra-se nos pilares econômico, social e ambiental. A produção e uso de biocombustíveis respeita a sustentabilidade ao preencher esses três requisitos. O Brasil vem trabalhando no cenário internacional para incentivar a produção dessa fonte de energia, principalmente na América Latina e na África.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027-7190 e 2027-7198
Graziane Madureira

NOTICIA - TV RECEITA LANÇA SÉRIE DE VÍDEOS COM ORIENTAÇÕES SOBRE A DECLARAÇÃO DO IR 2015 - Fonte: RECEITA FEDERAL

Principais dúvidas dos contribuintes são explicadas de forma didática A Receita Federal divulgou no dia 17/3, no canal da TV Receita no y...