Impulsionadas pela queda do dólar, as importações se aceleram com força e frearam a economia brasileira, "retirando" do PIB 0,7 ponto percentual de crescimento do segundo para o terceiro trimestre. Ou seja, sem esse efeito negativo, a alta chegaria a 1,2%, e não a 0,5% de julho e setembro na comparação livre de efeitos sazonais, segundo cálculos da LCA Consultores. Tal cenário agravou ainda mais o desequilíbrio das contas externas do país, que precisou se financiar em R$ 24 bilhões no exterior no terceiro trimestre, já que houve pior saldo da balança de bens e serviços, negativa em R$ 12 bilhões, conforme noticiou, na edição de hoje, o jornal Folha de S. Paulo.