quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Noticia - Novembro registra exportações de US$ 17,688 bilhões (MDIC).

Nos 20 dias úteis de novembro de 2010, as exportações brasileiras alcançaram US$ 17,688 bilhões (média diária de US$ 884,4 milhões) e as importações somaram US$ 17,376 bilhões (média diária de US$ 868,8 milhões). A corrente de comércio no mês foi de US$ 35,064 bilhões (média diária de US$ 1,753 bilhão) e houve superávit de US$ 312 milhões (média diária de US$ 15,6 milhões).

Em relação a novembro do ano passado, na comparação pela média diária, as exportações aumentaram 39,8% e as importações, 44,3%, enquanto o saldo comercial diminuiu 48,9%. Na comparação com outubro deste ano, as exportações caíram 3,8%, as importações cresceram 5,1% e o saldo comercial teve queda de 83,2%. 

A quinta semana do mês, com dois dias úteis (29 e 30), registrou exportações de US$ 1,368 bilhão (média diária de US$ 684 milhões) e importações de US$ 1,767 bilhão (média diária de US$ 883,5 milhões). Houve déficit de US$ 399 milhões (média diária de menos US$ 199,5 milhões). A corrente de comércio do período alcançou US$ 3,135 bilhões (média diária de US$ 1,567 bilhão.

Nos cinco dias úteis (22 a 28) da quarta semana de novembro, houve superávit de US$ 49 milhões, com média diária de US$ 9,8 milhões. A corrente de comércio somou US$ 8,375 bilhões (média diária de US$ 1,675 bilhão), em consequencia de exportações de US$ 4,212 bilhões (média diária de US$ 842,4 milhões) e importações de US$ 4,163 bilhões (média diária de US$ 832,6 milhões).

Acumulado do ano
No acumulado do ano (228 dias úteis), o saldo comercial foi positivo em US$ 14,933 bilhões (média diária de US$ 65,5 milhões). Na comparação pela média diária, o valor é 35,4% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, que teve superávit de US$ 23,106 bilhões (média diária de US$ 101,3 milhões).

Já as exportações e importações aumentaram, na mesma comparação. De janeiro a novembro de 2010, foram exportados US$ 180,997 bilhões (média diária de US$ 793,8 milhões), frente aos US$ 138,532 bilhões (média diária de US$ 607,6 milhões) do mesmo período de 2009, com crescimento de 30,7%. Nas importações, houve aumento de 43,9% na comparação com a média diária do mesmo período do ano passado, passando de US$ 115,426 bilhões (média diária de US$ 506,3 milhões) para US$ 166,064 bilhões (média diária de US$ 728,4 milhões), este ano.

A corrente de comércio cresceu 36,7%, passando de US$ 253,958 bilhões (média diária de US$ 1,113 bilhão), em 2009, para US$ 347,061 bilhões (média diária de US$ 1,522 bilhão), em 2010.

Coletiva
Às 15h30, haverá entrevista coletiva para comentar o resultado do período, que será concedida pelo diretor do Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior da Secretaria de Comércio Exterior do MDIC, Roberto Dantas.

Clique aqui e veja os números preliminares da balança comercial de novembro, divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027-7190 e 2027-7198
André Diniz


Noticia - Apex-Brasil e ABEMEL formalizam acordo de promoção comercial internacional de mel e derivados (Apex-Brasil).

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (ABEMEL) assinaram documento que criou o Projeto Setorial Integrado Honey From Brasil, durante encontro de Planejamento Estratégico Setorial, realizado ontem (30/11), em Brasília. O Projeto visa promover a internacionalização de empresas brasileiras de produtos apícolas, aumentar as exportações e o valor comercializado dos produtos e fortalecer a imagem setorial dos produtores e das empresas nos mercados nacional e internacional. Para isso, foram definidos oito mercados prioritários, sendo três na Ásia (Japão, China e Arábia Saudita), quatro na Europa (Rússia, Reino Unido, França e Alemanha) e um na América do Norte (Estados Unidos).

Estão previstas missões comerciais ao Oriente Médio e ao Japão (para prospecção de oportunidades de negócios), participação de empresas nas principais feiras internacionais do setor - como a APIMONDIA, na Argentina, e a Foodex, no Japão - e outras ações de promoção comercial, como a participação de empresas no Projeto Fórmula Indy 2011/2012.

Visando promover a imagem de sustentabilidade e inovação, o Projeto prevê ainda a reestruturação do website Honey from Brasil, que servirá como portal de informações e notícias.
Para o gerente geral de negócios da Apex-Brasil, Sérgio Costa, a assinatura desse Projeto representa a consolidação do amadurecimento das empresas do setor no processo de internacionalização. "Nós já havíamos desenvolvido diversas ações em conjunto, mas, agora, com um planejamento detalhado e sistematizado, teremos melhor êxito nas nossas ações", afirma ele.

De acordo com a presidente da ABEMEL, Joelma Lambertucci de Brito, essas ações, em parceria com a Apex-Brasil, devem contribuir para o melhor desempenho das exportações, facilitando o acesso das empresas e dos produtores brasileiros aos mercados internacionais.

Dados do setor
Em 2009, o valor das exportações brasileiras de mel aumentou 51% em relação a 2008, com receita de US$ 65,79 milhões e preço médio de US$ 2,53/quilo de mel, orgânico e convencional. Apesar da crise econômica mundial que se iniciou nos Estados Unidos, o país foi o principal destino das exportações, embora tenha reduzido sua participação na receita das exportações brasileiras de mel, passando de 73,1%, em 2008, para 62,5%, em 2009. Para o mercado americano, foram exportadas 16,98 mil toneladas de mel no valor de US$ 41,13 milhões. A Alemanha foi o segundo destino das exportações brasileiras, ampliando a sua participação de 16,5%, em 2008, para 20,7% no ano passado. No mercado alemão, foram comercializados US$ 13,61 milhões, equivalentes a 4,84 mil toneladas de mel. O Reino Unido foi o terceiro mercado importador do mel nacional, tendo sido o país que mais ampliou a sua participação na receita de exportação brasileira, passando de 2,2% para 9,2%. Para esse país, foram exportados US$ 6,05 milhões, referentes a 2,56 mil toneladas de mel.


Noticia - Aumento das exportações do Paraguai para o Brasil é tema de reunião realizada em Brasília (MDIC).

As importações brasileiras do Paraguai aumentaram apenas 6,5% no período entre janeiro e outubro deste ano, em relação ao mesmo período de 2009, índice considerando preocupante pelo governo paraguaio, segundo o vice-ministro de Relações Econômicas e Integração do país, embaixador Manuel María Cáceres. No mesmo período, as exportações de produtos brasileiros para o país cresceram 58,5%. O assunto foi discutido com o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ivan Ramalho, durante a 16ª Reunião da Comissão de Monitoramento do Comércio Brasil-Paraguai, realizada hoje (30/11), em Brasília.

Para dar andamento à discussão, os representantes dos dois governos decidiram criar um grupo técnico para identificar produtos e oportunidades para o aumento da importação de produtos paraguaios pelo Brasil e, consequentemente, da corrente de comércio. O grupo será integrado por representantes da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do MDIC, do Departamento de Promoção Comercial do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e da Agência Brasileira de Promoção  de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). "Os especialistas vão buscar a diminuição do desequilíbrio comercial, mas sem reduzir as exportações brasileiras", destacou Ivan Ramalho.

Outros temas tratados na reunião, relacionados ao comércio de bens, foram: comercialização de produtos farmacêuticos, exportação de cadeiras plásticas, milho e trigo paraguaios para o Brasil, regras de origem e internacionalização, no Paraguai, do Protocolo de Montevidéu. Paralelamente à reunião principal, foram realizadas ainda as reuniões de cooperação bilateral em cadeias produtivas e de investimentos no Paraguai. Do lado brasileiro, o encontro contou com a presença de representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), MRE e Apex-Brasil.

Intercâmbio comercial
Até outubro de 2010, as exportações brasileiras para o Paraguai somaram US$ 2,073 bilhões, tendo sido o país o vigésimo destino das exportações totais do Brasil. A pauta de exportação brasileira para o Paraguai foi composta por 87,4% de produtos industrializados e 5,1% de básicos.

Nas importações, o país foi o quadragésimo quinto fornecedor estrangeiro ao Brasil, com as compras brasileiras tendo atingido US$ 475,3 milhões. A pauta de importações brasileiras do Paraguai foi composta por 64,7% de produtos básicos e 35,3% de industrializados.
Serviços
A pedido do governo Paraguai, o tema cooperação em serviços e micro e pequenas empresas foi discutido na reunião da comissão de monitoramento. Os paraguaios têm interesse em definir uma cooperação técnica entre o MDIC e o Ministério da Indústria e Comércio do Paraguai para o fortalecimento do setor de serviços no país. O tema já havia sido discutido em reuniões anteriores, inicialmente focado nos segmentos de franquias e call centers.

Segundo apresentação feita pela coordenadora-geral de Serviços da Secretaria de Comércio e Serviços (SCS) do MDIC, Jane Pinho, as exportações brasileiras de serviços para o Paraguai chegaram a US$ 1,10 bilhão em 2009, aumento de 4,76% em relação ao ano anterior. Já as importações de serviços paraguaios pelo Brasil foram de US$ 510 milhões ano passado, valor 8,93% inferior ao de 2008.

Levantamento inédito feito pela SCS, a partir de informações do Banco Central e da Classificação Nacional de Atividades Econômicias (CNAE), mostra que o setor de transporte aéreo respondeu por 33,9% do total de serviços exportados pelo Brasil ao Paraguai, em 2009. Em seguida, aparecem: atividade esportivas e de recreação e lazer (29,2%), publicidade e pesquisa de mercado (4,8%) e fabricação de máquinas e equipamentos (3,8%), dentre outros.

Nas importações de serviços do Paraguai para o Brasil, no mesmo ano, eletricidade e gás respondeu por 97,1% do total comprado pelos brasileiros. Nas colocações seguintes, aparecem na lista fabricação de máquinas e equipamentos (0,4%), fabricação de químicos (0,4%) e atividades de serviços financeiros (0,4%).

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027-7190 e 2027-7198
Juliana Ribeiro


Noticia - Empresários brasileiros participam de rodadas de negócios na Síria (MDIC).

A comitiva de 75 empresários brasileiros participou, ontem (30/11), em Damasco (Síria), de rodadas de negócios com potenciais parceiros comerciais, no primeiro destino da missão empresarial promovida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) aos países do Oriente Médio.

O ministro Miguel Jorge, que chefia a missão empresarial, também cumpriu agenda de encontros com autoridades governamentais e se reuniu com o presidente da Síria, Bashar Al-Assad; com o primeiro-ministro, Naji Otri; com o vice-ministro de Assuntos Econômicos; Abdullah Al-Dardari, e com ministro da Defesa, Ali Mahmoud Habib.

Além da Síria, a missão empresarial brasileira visita também Kuwait (onde chegará hoje), Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, entre os dias 28 de novembro e 6 de dezembro de 2010, e conta com apoio do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e da Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB).
  
Intercâmbio comercial

Nos primeiros dez meses de 2010, as exportações brasileiras para a Síria somaram US$ 437 milhões, cifra 84,2% superior à do mesmo período do ano anterior, de US$ 237,2 milhões. O saldo comercial atingiu US$ 432,6 milhões no acumulado janeiro-outubro de 2010, superior ao registrado no período correspondente de 2009, US$ 233,8 milhões. A corrente de comércio, em idêntico intervalo comparativo, registrou acréscimo de 83,4% - de US$ 240,7 milhões para US$ 441,4 milhões.


Legislação - Instrução Normativa RFB nº 1.090/2010 - Regime especial de entreposto aduaneiro - Alterações .

Por meio da Instrução Normativa RFB nº 1.090/2010 foi alterada a Instrução Normativa SRF nº 241/2002, que dispõe sobre o regime especial de entreposto aduaneiro na importação e na exportação. As alterações referem-se a: a) não autorização da admissão no regime (art. 17); e b) extinção do regime relativamente às mercadorias admitidas apenas para armazenamento (art. 38).

Instrução Normativa RFB nº 1.090/2010 entra em vigor na data de sua publicação, ocorrida em 1º de dezembro de 2010.

Legislação - Instrução Normativa nº 1.089/2010 - Repetro - Habilitação - Alterações

Através da Instrução Normativa RFB nº 1.089/2010 foi alterada a Instrução Normativa RFB nº 844/2008, que dispõe sobre a aplicação do regime aduaneiro especial de exportação e importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro).

As alterações referem-se: a) à habilitação ao Repetro (art. 5º); e b) aos documentos que devem instruir o Requerimento de Concessão do Regime (art. 17).

Determina ainda a Instrução Normativa RFB nº 1.089/2010, que as habilitações ao Repetro outorgadas com base nas normas em vigor até 1º de dezembro de 2010 (data de publicação da referida Instrução Normativa), permanecem válidas até o termo final estabelecido para a execução do respectivo contrato a que estão vinculadas.

A Instrução Normativa RFB nº 1.089/2010 entra em vigor na data de sua publicação, ocorrida em 1º de dezembro de 2010.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Noticia - Mercado reduz para 7,55% estimativa de crescimento econômico este ano (Agência Brasil).

Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) reduziram a projeção para o crescimento da economia este ano. A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, caiu de 7,60% para 7,55%. Para 2011, permanece em 4,5%, há 51 semanas. Essas informações constam do boletim Focus, divulgado às segundas-feiras pelo BC.

O boletim também traz a expectativa para a produção industrial, que, este ano, passou de 11% para 10,98%. Para o próximo ano, a previsão de expansão da produção industrial foi alterada de 5,40% para 5,25%.
A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB permaneceu em 40,50%, em 2010, e em 39,50%, em 2011.

A expectativa para a cotação do dólar permaneceu em R$ 1,70, este ano, e em R$ 1,75, em 2011.
A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) passou de US$ 16 bilhões para US$ 16,30 bilhões, este ano, e de US$ 8 bilhões para US$ 8,50 bilhões, em 2011.

Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) foi mantida a projeção de US$ 50 bilhões, este ano. A estimativa para 2011 passou de US$ 68,06 bilhões para US$ 68 bilhões.

A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) permaneceu em US$ 30 bilhões, em 2010, e em US$ 36 bilhões, no próximo ano.


NOTICIA - TV RECEITA LANÇA SÉRIE DE VÍDEOS COM ORIENTAÇÕES SOBRE A DECLARAÇÃO DO IR 2015 - Fonte: RECEITA FEDERAL

Principais dúvidas dos contribuintes são explicadas de forma didática A Receita Federal divulgou no dia 17/3, no canal da TV Receita no y...