sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Noticia - Negociação Brasil-México sobre comércio de carros tem data definida - Valor Econômico

BRASÍLIA – As negociações sobre o acordo automotivo entre o governo brasileiro e o México serão retomadas dias 28 e 29 deste mês, informou o Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior. A nova data foi marcada após reuniões técnicas realizadas nesta semana em Brasília.

“A  reunião contribuiu para o esclarecimento de pontos relevantes a respeito da evolução e das perspectivas do relacionamento comercial bilateral no setor automotivo”, diz nota do Mdic.

Ajustes no Acordo de Complementação Econômica 55 (ACE-55) foram discutidas após contato telefônico entre os presidentes Dilma Rousseff e Felipe Calderón.

As reuniões em Brasília terminaram sem acordo entre as autoridades brasileiras e mexicanas. Foi discutida uma possível redução do saldo negativo para o Brasil, no intercâmbio bilateral, segundo matéria publicada na edição de hoje do Valor.

Noticia - Petrobras reduz dependência de gasolina importada a partir de junho - Valor Econômico

RIO - A Petrobras espera reduzir a dependência da gasolina importada a partir de junho, quando entrará em operação a nova unidade de coque da Refinaria Presidente Getulio Vargas, a Repar, no Paraná. De acordo com o diretor de abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, a nova unidade permitirá a produção de mais 30 mil barris por dia.

Em janeiro, o consumo de gasolina no país foi de 493 mil barris por dia, 36% acima de janeiro do ano passado. Desse total, a Petrobras produz cerca de 85% do total e importa os outros 15%. Segundo Costa, dependência de importação só será definitivamente encerrada a partir de 2013, quando entra em operação a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

"Ela não vai produzir gasolina. Vai produzir diesel, QAV [querosene de aviação] e GLP [gás liquefeito de petróleo] e, com isso, liberar as outras refinarias para produzir mais gasolina", disse Costa.

Questionado sobre as manifestações de trabalhadores da obra do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), Costa disse que ainda é cedo para falar em influência no cronograma da construção. Segundo ele, a data base dos operários é em fevereiro e alguns dos cerca de 20 consórcios que trabalham nas obras cruzaram os braços ontem.

"Esperamos que consórcios cheguem a bom termo na negociação", disse o executivo, acrescentando que não sabe quantos dos 15 mil funcionários decidiram cruzar os braços.

Noticia - Carne tem caminho livre para a UE - FSP/Aduaneiras

O Brasil pode elevar a 29 mil o número de fazendas habilitadas a exportar carne bovina para a União Europeia. Hoje, 1.948 fazendas podem vender ao bloco. O Brasil recuperou o direito de nomear as propriedades aptas a vender à UE, de acordo com publicado na edição de hoje do jornal Folha de S. Paulo.

Noticia - Exportação brasileira de milho deve cair - Agência ANBA/Aduaneiras

A exportação brasileira de milho, que na safra passada alcançou 9,4 milhões de toneladas, deve cair para 8,5 milhões de toneladas nesta colheita, segundo projeção divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (09). O recuo deverá ser de 10%. O gerente de oleaginosas e produção pecuária da Conab, Thomé Guth, afirma que o Brasil terá milho disponível para exportação, mas que os demais fornecedores internacionais de milho devem ter safras boas e questões portuárias e de logísticas impedem o País de ter maior competitividade.

Segundo Guth, haverá milho disponível para exportação principalmente em Mato Grosso e no Paraná. Junto com Mato Grosso do Sul, os dois estados respondem por 70% a 80% da segunda safra, também chamada safrinha, no Brasil. A primeira safra brasileira começou a ser plantada lá por outubro e a segunda vai até o mês de março. O milho de Mato Grosso, no entanto, precisa percorrer cerca de dois mil quilômetros de estradas até chegar ao porto. Já o Rio Grande do Sul, que tem portos próximos da produção, enfrentou seca nesta safra e não deve ter muito milho para exportar.

"É um questão de mercado. Estamos prevendo exportações entre oito e nove milhões de toneladas, mas pode ser que ao longo da safra isso (previsão) se modifique", afirma o gerente, que também é analista da área de milho. Segundo ele, o plantio dos Estados Unidos ocorre no final deste mês e começo de março e até julho já se pode saber se a safra do país, que é grande produtor, será cheia. Guth afirma que o Brasil não tem o 'just-in-time' da Argentina e Estados Unidos na distribuição do milho e a produção do Brasil é espalhada, não está toda perto dos portos.

"Mas sempre há possibilidade de importar milho do Brasil", afirma Guth, ao ser indagado se o Brasil terá milho disponível para exportar ao mercado árabe, como aconteceu no ano passado. Em 2011, o País enviou ao mundo árabe 140 mil toneladas de milho, correspondentes a US$ 679 milhões. Houve crescimento de 22%. De acordo com o gerente, entre os mercados do cereal brasileiro no exterior estão Irã, que é o maior, Taiwan, Japão, Colômbia, Egito e outros países do Oriente Médio. "Uma das vantagens do Brasil é que o País diversificou muito os seus mercados", afirma Guth.

Apesar de acreditar numa queda da exportação, a Conab prevê aumento de produção de 6%. Na safra 2011/2012 devem ser colhidas 60,8 milhões de toneladas, contra 57,4 milhões de toneladas na anterior. Ela não virá da produtividade, que deve recuar 4,5% para 3,9 mil quilos por hectare, mas do aumento de área, que somará 15,3 milhões de hectares, com alta de 11% sobre a safra passada. Uma das explicações para isso é que o produto se mantém com preços em patamares elevados.

Noticia - Negociação sobre acordo automotivo segue no México - FSP/Aduaneiras

As negociações em torno do acordo automotivo com os mexicanos continuam em Los Cabos, no México, na semana que vem. No domingo de Carnaval, quando chanceleres do G-20 se reunirão pela primeira vez, o tratado voltará à pauta, de acordo com publicado na edição de hoje do jornal Folha de S. Paulo.

Noticia - Negociações sobre acordo automotivo com o México caminham para resultado desfavorável ao Brasil - Agência Brasil/Comexdata

O clima sobre a renegociação do acordo bilateral de importação de automóveis com o México parece longe de um fim favorável ao Brasil. Ontem (9), representantes dos governos brasileiro e mexicano continuam reunidos para uma nova rodada de discussões visando a alterações nas condições atuais da parceria.

Segundo o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, a conversa desta quinta-feira é apenas o estágio inicial para uma renegociação e nenhuma proposta foi definida até o momento. "Os encontros estão ocorrendo em nível técnico. Por enquanto ainda estamos examinando essa questão. Ainda não há um resultado, e nem é esse o objetivo desse exercício no estágio em que se encontra agora", disse aos jornalistas.

O tom da conversa tem sido contrário às exigências do governo brasileiro. Segundo um técnico do governo federal, o encontro do dia 08/02, entre representantes dos ministérios das Relações Exteriores e de Comércio Exterior, "não teve avanço".

Em comunicado oficial publicado no site da Secretaria de Economia do México, o governo mexicano afirma que não pretende rever o acordo automotivo com o Mercosul. O texto diz que "devido à importância bilateral do ACE 55, o governo mexicano não buscará renegociá-lo", referindo-se ao Acordo de Complementação Econômica 55, assinado em 2003.

Na nota, o governo do México alega que o acordo permitiu que o comércio de automóveis entre os dois países tenha subido de US$ 1,1 bilhão para US$ 2,5 bilhões, no ano passado. Além disso, houve desenvolvimento da indústria regional de autopeças. No entanto, em 2011, a parceria comercial resultou em um déficit comercial para o Brasil superior a US$ 1 bilhão.

A reuniões de integrantes dos dois governos têm ocorrido desde terça-feira (7), quando negociadores do México chegaram ao Brasil. Na última sexta-feira (3), o presidente do México, Felipe Calderón, telefonou à presidenta Dilma Rousseff, após ameaça do Brasil de romper o acordo. Na conversa, Calderón afirmou ter "enorme interesse" na manutenção do acordo automotivo e concordou com a revisão do tratado.

Na ocasião, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse que a parceria comercial está "desequilibrada" para o lado brasileiro e que tem beneficiado somente os mexicanos.

Em vigor desde 2002, o acordo bilateral permite a importação de veículos, peças e partes de automóveis do México com redução de impostos e institui um percentual mínimo de nacionalização dos veículos vindos do país. A parceria isenta veículos da taxa de importação de até 35%, cobrada sobre carros de fora do México e do Mercosul.

Para driblar o desequilíbrio, o governo brasileiro cogitou utilizar a cláusula de saída do acordo, o que significaria a quebra da parceria. No entanto, para evitar a ruptura, o Brasil quer alterações nas condições, tais como maior participação do conteúdo regional na produção dos veículos, além da inclusão de caminhões, ônibus e utilitários no benefício de alíquota reduzida.

Noticia - Exportações da China caem pela primeira vez em mais de dois anos - Agência Brasil/Comexdata

Dados divulgados hoje (10) revelam que as exportações da China caíram 0,5% em janeiro, na comparação com o mesmo período de 2011. É a primeira queda em exportações chinesas em mais de dois anos.

As importações da China também caíram. As estatísticas sofreram influência do Ano-Novo chinês, que ocorreu com quase um mês de antecedência e provocou um longo feriado no país.

Analistas estão preocupados com o fato de a economia chinesa estar diminuindo o ritmo mais do que o esperado.

Esta semana, o Fundo Monetário Internacional (FMI) disse que a crise na Europa pode reduzir o crescimento econômico da China quase pela metade.

NOTICIA - TV RECEITA LANÇA SÉRIE DE VÍDEOS COM ORIENTAÇÕES SOBRE A DECLARAÇÃO DO IR 2015 - Fonte: RECEITA FEDERAL

Principais dúvidas dos contribuintes são explicadas de forma didática A Receita Federal divulgou no dia 17/3, no canal da TV Receita no y...