terça-feira, 10 de maio de 2011

Noticia - UE anuncia hoje fim de benefício de comércio ao Brasil - OESP/Aduaneiras.

A União Europeia vai anunciar hoje proposta para acabar com privilégios comerciais ao Brasil a partir de 2014, com o argumento de que o País já não é uma economia pobre e não haveria justificativa para manter os benefícios. O plano marcará o fim de 40 anos de um sistema que permitia ao Brasil exportar ao mercado europeu em melhores condições. Mas acima de tudo escancara uma nova etapa da inserção do País na economia mundial. De acordo com matéria publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, a meta é que, a partir de 2014, apenas as 90 economias mais pobres sejam beneficiadas. Brasil, além de China, Índia, África do Sul e outros emergentes, seriam excluídos. A UE deve usar a classificação do Banco Mundial de países de renda média como base para a exclusão.

Noticia - Maio começa com superávit de US$ 969 milhões - MDIC/Comexdata.

As exportações brasileiras, na primeira semana de maio (1º a 8), com cinco dias úteis, foram de US$ 5,29 bilhões, com média diária de US$ 1,058 bilhão. O resultado é 25,5% superior à média de US$ 843 milhões registrada em maio de 2010. Neste comparativo, aumentaram as vendas nas três categorias de produtos. Nos semimanufaturados (44,9%), os destaques ficaram por conta de semimanufaturados de ferro e aço, ouro em forma semimanufaturada, óleo de soja em bruto, couros e peles e celulose. Entre os básicos (29,7%), as principais vendas foram de trigo em grão, café em grão, soja em grão, minério de ferro, carne de frango e suína, e farelo de soja. Tubos flexíveis de ferro e aço, hidrocarbonetos, polímeros plásticos, partes de motores para veículos, laminados planos, pneumáticos, veículos de carga e autopeças foram os principais produtos entre os manufaturados (10,1%).

Já na comparação com a média diária de abril deste ano (US$ 1,061 bilhão), houve redução de 0,4%. Diminuíram as vendas de produtos manufaturados (-4,6%) e básicos (-2,5%), no entanto cresceram as exportações de semimanufaturados (18,1%).

Na primeira semana do mês, as importações somaram US$ 4,321 bilhões, com resultado médio diário de US$ 864,2 milhões. Por esse critério, houve aumento de 27,3% em relação a maio do ano passado (média de US$ 678,8 milhões) Cresceram, principalmente, os gastos com cereais e produtos de moagem (77,2%), adubos e fertilizantes (74,7%), plásticos e obras (49,9%), veículos automóveis e partes (32,2%) e equipamentos mecânicos (27,4%).

Na comparação com abril de 2011 (média de US$ 963,7 milhões), houve retração de 10,3% nas aquisições no mercado externo. Os produtos com maiores quedas foram químicos orgânicos e inorgânicos (-41,7%), combustíveis e lubrificantes (-33%), borracha e obras (-21,7%), adubos e fertilizantes (-19,7%) e veículos automóveis e partes (-12,6%).

Com estes dados, a balança comercial brasileira registrou, na primeira semana de maio, superávit de US$ 969 milhões, com média diária de US$ 193,8 milhões. Este valor está 18% acima do registrado em maio de 2010 (média de US$ 164,2 milhões) e é 97,6% superior ao verificado em abril deste ano (US$ 98,1 milhões).

A corrente de comércio (soma das exportações e importações) totalizou US$ 9,611 bilhões, com média diária de US$ 1,922 bilhão. Houve crescimento de 26,3% na comparação com a média de maio de 2010 (US$ 1,521 bilhão) e redução de 5,1% com a de abril deste ano (US$ 2,025 bilhões).

Ano

De janeiro à primeira semana de maio deste ano (86 dias úteis), as vendas ao exterior somaram US$ 76,695 bilhões (média diária de US$ 891,8 milhões). Na comparação com a média diária do mesmo período de 2010 (US$ 679 milhões), as exportações cresceram 31,3%. As importações foram de US$ 70,697 bilhões, com média diária de US$ 822,1 milhões. O valor está 26,9% acima da média registrada no mesmo período de 2010 (US$ 647,8 milhões).

No acumulado do ano, o saldo positivo da balança comercial já chega a US$ 5,998 bilhões, com média diária de US$ 69,7 milhões. No mesmo período de 2010, o superávit foi de US$ 2,682 bilhões, com média de US$ 31,2 milhões. Pela média, houve aumento de 123,6% no comparativo entre os dois períodos. A corrente de comércio somou US$ 147,392 bilhões, com média diária de US$ 1,713 bilhão. O valor é 29,2% maior que a média aferida no mesmo período no ano passado (US$ 1,326 bilhão).


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Noticia - Superávit comercial da China dá salto em abril e gera pressão no yuan - Agência Brasil/Comexdata.

O superávit comercial - a diferença entre o que o país exporta e importa - da China deu um salto no mês de abril e cresceu quatro vezes mais que o estimado por analistas, de acordo com dados divulgados hoje (10). O superávit comercial chinês  foi US$ 11,4 bilhões, muito acima dos US$ 3 bilhões previstos.

De acordo com os analistas, o resultado se deve a uma combinação de dois fatores: o crescimento de 29,9% das exportações em relação a abril do ano passado e a queda de 21,8% nas importações. A divulgação do dado deve gerar ainda mais pressão internacional para que a China desvalorize sua moeda.

O governo dos Estados Unidos e outros parceiros comerciais da China informaram que estão perdendo competitividade em relação aos chineses devido à baixa cotação do yuan ( a moeda chinesa) em relação ao dólar, o que torna os produtos chineses mais baratos no mercado internacional. A reclamação parte sobretudo dos setores exportadores da economia americana.

Ao longo desta semana, o secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner, reúne-se com autoridades chinesas em Washington para discutir a relação comercial entre os dois países. Para os norte-americanos, os chineses devem permitir a desvalorização do yuan em um ritmo mais acelerado que o do dólar.

A fraca moeda chinesa está, segundo as autoridades norte-americanas, prejudicando a economia americana, que ainda se recupera da crise financeira mundial desencadeada em 2008. Ontem (9), primeiro dia do encontro em Washington, Geithner elogiou a China, dizendo que o país está progredindo "em direção a uma taxa cambial mais flexível".

O ministro do Comércio da China, Chen Deming, disse que a valorização do yuan ocorre de "forma muito saudável" e afirmou que os Estados Unidos precisam mudar sua política em relação a investimentos em tecnologia se quiserem aquecer a indústria nacional. Hoje, as autoridades chinesas e americanas encerram as discussões em Washington.

Os resultados do comércio chinês em abril contrastam com o fraco desempenho no primeiro trimestre. Nos primeiros três meses do ano, a China registrou um raro déficit comercial de US$ 1,02 bilhão. Foi o primeiro déficit registrado pelo país em um trimestre em sete anos.

Nos três primeiros meses do ano é normal que haja uma redução do superávit chinês, já que após as vendas de Natal a indústria se reabastece com insumos para produção, o que aumenta muito as importações.

No entanto, em vez de ter um superávit menor, a balança comercial chinesa acabou fechando negativa no primeiro trimestre de 2011. Analistas atribuem isso ao alto valor do petróleo e das commodities, o que encareceu as importações na China, provocando o déficit. O forte resultado comercial de abril é atribuído ao aquecimento da demanda global por produtos chineses.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Noticia - Encontro em Portugal vai ampliar parcerias para empresas do Brasil - Agência Brasil/Comexdata.

Dezenove empresas brasileiras e cerca de 60 empresas portuguesas, além de companhias da Espanha e França, participarão, a partir do próximo dia 16, em Vila Nova de Gaia, polo de tecnologia de Portugal, do Rio Info Portugal.

O evento internacional do setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC) é organizado pela Riosoft, agente do programa Softex do governo federal no Rio de Janeiro.

"A expectativa este ano é muito grande. As empresas brasileiras estão indo com apetite muito maior de buscar novidades lá, vendo o que podem  agregar a seus serviços e produtos, e realizar negócios", disse à Agência Brasil o diretor da Riosoft, Alberto Blois. 

Ele avaliou que, ao mesmo tempo, os portugueses estão procurando caminhos para sair da crise econômico-financeira. "E o caminho mais fácil para eles é criar parcerias, sejam elas comerciais ou técnicas, com as empresas brasileiras", assegurou Blois.

Para as pequenas e médias empresas nacionais do setor de TIC, o Rio Info Portugal abre um campo amplo de negócios voltados para a Europa e também para a África e o próprio Brasil. Essa perspectiva  supera a simples  exportação de software (programas de computador) e de serviços, ponderou.

Na edição do ano passado, os negócios feitos pelas empresas do Brasil durante e depois do evento movimentaram em torno de 2 milhões de euros. "A minha expectativa este ano, pelos contatos que as empresas já vêm mantendo entre elas, é que pelo menos dobre esse valor". O Rio Info Portugal se estenderá até o dia 20 deste mês.

Noticia - Gecex prorroga prazo para importações de algodão com redução tarifária - MDIC/Comexdata.

Foi publicada na sexta-feira (6/5), no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução nº 27, da Câmara de Comércio Exterior (Camex) que prorroga por um mês o prazo para importações de algodão (NCM 5201.0020 e 5201.00.90), com alíquota de 0%. O prazo, que terminaria em 31 de maio, foi prorrogado até 30 de junho em função da permanência do quadro de escassez de algodão no mercado nacional, decorrente da quebra da safra do ano passado. A medida foi incluída na Lista de Exceção à TEC (Letec), com isenção de Imposto de Importação (II), pela Resolução Camex nº 70, de 14 de novembro de 2010.

Apesar da extensão do prazo, a redução tarifária continua limitada à cota de 250 mil toneladas de algodão. Podem usufruir da redução tanto indústrias do segmento têxtil quanto empresas comerciais exportadoras, conforme previsto pela Resolução Camex nº 13, de 14 de março de 2011, para facilitar o acesso de micro e pequenas empresas à concessão.

Ex-tarifários

Também foram publicadas no Diário Oficial da União, as Resoluções Camex que concedem redução para 2%, até 30 de junho de 2012, das alíquotas de Imposto de Importação para bens de capital e bens de informática e telecomunicações.  Os investimentos globais previstos relacionados aos Ex-tarifários aprovados somam US$ 2,8 bilhões nos setores de geração de energia, de mineração e naval. Os investimentos em importações devem chegar a US$ 281 milhões. Dos 128 novos Ex-tarifários, 124 referem-se a bens de capital e 4 a bens de informática e telecomunicação.

O regime de Ex-tarifário é um mecanismo de estímulo aos investimentos produtivos no país por meio da redução do custo de aquisição no exterior de bens de capital, informática e telecomunicação que não contam com produção nacional. É importante ressaltar que as concessões em questão referem-se apenas a equipamentos com especificações restritas, não contemplando todo o universo de produtos abrangidos pelos respectivos códigos NCM.


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Noticia - China afeta 42% dos calçadistas de Franca - FSP/Aduaneiras

Pesquisa feita pelo Sindicato da Indústria de Calçados de Franca (Sindifranca) com empresas locais constatou que quase a metade sofre diretamente com a concorrência gerada pela entrada de produtos asiáticos. O levantamento foi feito para detectar os prejuízos causados à indústria pelo que o sindicato chama de "entrada abusiva indiscriminada do calçado chinês" no país, de acordo com publicado na edição de hoje do jornal Folha de S. Paulo.

Noticia - Argentina aumenta barreiras contra o Brasil - OESP/Aduaneiras.

O governo da presidente Cristina Kirchner aplica uma saraivada de medidas protecionistas que restringem ou atrasam a entrada de produtos brasileiros no mercado argentino e do total de exportações realizadas pelo Brasil para a Argentina, 23,9% são alvo de barreiras - quase um quarto do total das vendas, segundo noticiado pelo jornal O Estado de S. Paulo. Nos últimos doze meses, o governo argentino dificultou a entrada de eletrodomésticos, chocolates e máquinas agrícolas; aplicou valores critério (preço mínimo) para a importação de bidês e vasos sanitários; e tomou medidas adicionais de segurança para brinquedos. Já constavam da lista de restrições de anos anteriores autopeças, material de transporte, calçados, toalhas. De quebra, pairam ameaças sobre as vendas de carne suína. A situação preocupa o Brasil, que estuda uma retaliação para breve, pois segundo fontes do governo, "não adianta conversar com os argentinos", diz o jornal.

NOTICIA - TV RECEITA LANÇA SÉRIE DE VÍDEOS COM ORIENTAÇÕES SOBRE A DECLARAÇÃO DO IR 2015 - Fonte: RECEITA FEDERAL

Principais dúvidas dos contribuintes são explicadas de forma didática A Receita Federal divulgou no dia 17/3, no canal da TV Receita no y...