segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Noticia - Dilma conversa hoje com enviado de Obama para a área econômica - Agência Brasil/Comexdata.

A presidenta Dilma Rousseff se reúne hoje (7) à tarde com o enviado da área econômica do governo dos Estados Unidos. O secretário do Tesouro norte-americano, Timothy Geithner, ficará apenas um dia no Brasil, mas terá tempo para conversar com Dilma, empresários e economistas em São Paulo. Ele vem ao país um mês antes de o presidente Barack Obama fazer sua primeira viagem às Américas do Sul e Central.

Geithner ocupa cargo equivalente ao de ministro da Fazenda no governo norte-americano. A previsão é que Obama desembarque no Brasil em meados de março, quando irá também ao Chile e a El Salvador.

Assessores norte-americanos informaram que Geithner quer conversar com as autoridades brasileiras sobre acordos de cooperação financeira e também sobre as negociações do G20 (grupo que reúne as 20 maiores economias mundiais).

Os líderes políticos dos países desenvolvidos e em desenvolvimento estão determinados a buscar alternativas que levem ao crescimento econômico mundial equilibrado. No final do ano passado, durante as reuniões do G20, os líderes também incluíram na ordem de prioridades a reforma das instituições financeiras.

Nos próximos dias 18 e 19, há reuniões de ministros da Fazenda e de bancos centrais do G20. Paralelamente, a França, que comanda o grupo e mais o G8 (Estados Unidos, Japão,  Alemanha, Grã-Bretanha, França, Itália, Canadá e Rússia) também promove reuniões.

Noticia - Argentina e Brasil buscam agregar exportações para atingir US$ 10 bilhões por ano - Agência Brasil/Comexdata.

Os governos do Brasil e da Argentina programaram um calendário de missões comerciais conjuntas por vários países na tentativa de atingir US$ 10 bilhões por ano, segundo informações do Ministério dos Negócios Estrangeiros argentino. O subsecretário de Comércio Internacional da Argentina, Ariel Schale, disse que os esforços são para aumentar os valores já este ano, a partir do envio de seis missões comerciais.

O primeiro país a ser visitado pela missão conjunta é Angola, segundo o subsecretário. De acordo com Schale, só o Brasil planeja 177 missões ao longo deste ano para reforçar o comércio. Uma das ideias é negociar produtos a granel, como exemplo Schale citou o açúcar oriundo do Golfo Pérsico que pode ser comercializado em parceria com o Brasil chegando a 500 mil toneladas por ano.

Globalmente, a estratégia é intensificar as relações da Argentina com os quatro maiores países emergentes: China, Brasil, Índia e Rússia - que integram os BRIC. "Estimamos que a promoção e venda em conjunto para atender às demandas em larga escala nos países emergentes podem aumentar as exportações totais de US$ 10 bilhões por ano", afirmou Schale.

No próximo mês, uma missão com uma delegação de arquitetos e engenheiros argentinos viajará para o Rio de Janeiro para participar da licitação em canteiros de obras por um total de US$ 13 mil milhões.

As obras, que serão objeto de licitação, fazem parte do calendário da Copa do Mundo em 2014, e as Olimpíadas em 2016. A mesma missão seguirá para a China, onde estão previstos vários eventos na área de vestimentas e calçado, além de biotecnologia e máquinas agrícolas e produtos farmacêuticos e de saúde .

O acordo para intensificar a parceria foi negociado durante a visita da presidenta Dilma Rousseff, no último dia 31 à Argentina. Na visita, Dilma elogiou a importância do relacionamento entre os dois principais parceiros do Mercosul - Brasil e Argentina.

Noticia - Mercado mantém projeção para crescimento do PIB em 4,6% neste ano - Agência Brasil/Comexdata.

Analistas do mercado financeiro consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) mantiveram a projeção para o crescimento da economia - Produto Interno Bruto (PIB) - neste ano em 4,60%. Para 2012, a estimativa permanece em 4,50%.

A expectativa para o crescimento da produção industrial, neste ano, passou de 5,03% para 5%, e permanece em 5%, em 2012.

A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi ajustada de 39,10% para 39,09%, em 2011, e de 37,80% para 37,75%, no próximo ano.

A expectativa para a cotação do dólar ao final de 2011 caiu de R$ 1,75 para R$ 1,73. Para o fim de 2012, a projeção segue em R$ 1,80. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) passou de US$ 9,52 bilhões para US$ 9,57 bilhões, neste ano, e segue em US$ 5 bilhões, em 2012.

Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa foi ajustada de US$ 67,87 bilhões para US$ 67,49 bilhões, em 2011, e de US$ 68,90 bilhões para US$ 69 bilhões, no próximo ano.

A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) segue em US$ 40 bilhões, neste ano, e passou de US$ 42,19 bilhões para US$ 42,37 bilhões, em 2012.

Noticias - Produção de veículos no país caiu 9,1% em janeiro - Agência Brasil/Comexdata.

A produção das montadoras instaladas no país caiu 9,1% em janeiro ante dezembro, com 261,7 mil veículos produzidos. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve alta de 6,4%. Os dados foram divulgados hoje (7) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

As vendas ao mercado interno também caíram em comparação a dezembro, com retração de 35,8%, totalizando 244,8 mil unidades. No entanto, sobre janeiro de 2010, os licenciamentos aumentaram 14,8%.

As exportações tiveram recuo de 17,2% em relação a dezembro, com US$ 886,3 milhões. Já em unidades houve um crescimento de 5,8%, com a comercialização passando de 50.672 mil para 53.607 mil. Sobre janeiro do ano passado, houve crescimento de 10,7%. O volume financeiro exportado foi 18,2% maior do que em janeiro de 2010.

A base de trabalhadores cresceu 0,9% entre dezembro (136.124) e janeiro (137.291). Sobre janeiro do ano passado, foi registrado acréscimo de 8,8%.

Noticia - Fevereiro começa com superávit de US$ 432 milhões - MDIC/Comexdata.

As exportações brasileiras na primeira semana de fevereiro (1º a 6), com quatro dias úteis, foram de US$ 3,531 bilhões, com média diária de US$ 882,8 milhões. O resultado é 30,3% superior à média de US$ 677,6 milhões registrada em fevereiro de 2010. Já na comparação com a média diária de janeiro passado (US$ 724,5 milhões), houve crescimento de 21,8%.

No mesmo período, as importações somaram US$ 3,099 bilhões, com resultado médio diário de US$ 774,8 milhões. Por esse critério, houve aumento de 18,1% em relação a fevereiro do ano passado (média de US$ 656 milhões). Na comparação com janeiro de 2011 (média de US$ 704,3 milhões), houve crescimento de 10% nas aquisições feitas no mercado externo.

Com estes dados, a balança comercial brasileira registrou, na primeira semana de fevereiro, superávit de US$ 432 milhões, com média diária de US$ 108 milhões. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) totalizou US$ 6,630 bilhões, com média diária de US$ 1,657 bilhão. Houve crescimento de 24,3% na comparação com a média de fevereiro de 2010 (US$ 1,333 bilhão) e de 16% com a de janeiro deste ano (US$ 1,428 bilhão).

Ano

No acumulado de janeiro à primeira semana de fevereiro deste ano (25 dias úteis), as vendas ao exterior somaram US$ 18,746 bilhões (média diária de US$ 749,8 milhões). Na comparação com a média diária do mesmo período de 2010 (US$ 569,3 milhões), as exportações cresceram 31,7%.

As importações, no acumulado do ano, foram de US$ 17,890 bilhões, com média diária de US$ 715,6 milhões. O valor está 22,7% acima da média registrada no mesmo período de 2010 (US$ 583,4 milhões).

No ano acumulado do ano, o saldo positivo da balança comercial já chega US$ 856 milhões, com média diária de US$ 34,2 milhões. No mesmo período de 2010, a balança comercial brasileira registrava déficit de US$ 351 milhões, com média diária negativa de US$ 14 milhões.

No acumulado do ano, a corrente de comércio somou US$ 36,636 bilhões, com média diária de US$ 1,465 bilhão. O valor é 27,1% maior que a média aferida no mesmo período no ano passado (US$ 1,152 bilhão).

Às 15h, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulga nota completa sobre a balança comercial brasileira.


Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027-7190 e 2027-7198
André Diniz

Noticia - Banco japonês busca oportunidades de investimento em parques industriais e Copa do Mundo de 2014 - MDIC/Comexdata.

A Rede Nacional de Informações sobre o Investimento (Renai), da Secretaria de Desenvolvimento da Produção (SDP) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), recebeu nesta sexta-feira (4/2) representante do Departamento de Assessoria Corporativa Internacional do Mizuho Corporate Bank, Daichi Tsuchihashi, para tratar sobre oportunidades de investimentos no Brasil. Dentre as questões discutidas estavam perfil das empresas japonesas que atuam no Brasil, incentivos oferecidos pelos governos estaduais e federais, parques industriais, capacitação e disponibilidade de mão-de-obra.

De acordo com o coordenador-geral da Renai, Eduardo Celino, o MDIC apresentou os principais dados da macroeconomia e o crescimento do país nos últimos anos. "Os japoneses informaram que tem grande interesse em parques industriais e na Copa do Mundo de 2014. O contato com esses investidores tem aumentado progressivamente. Para se ter uma ideia, o Japão é o segundo país que mais acessa o site Renai, o primeiro é Portugal", comenta.
    
Ainda, ficou definido que informações básicas sobre projetos de infraestrutura em andamento serão disponibilizadas para que o banco Mizuho pussa divulgar para as empresas do Japão. Ao final do encontro, foram entregues relatórios de projetos de investimentos específicos. "Após a análise desses projetos, o banco ficou de informar quais empresas japonesas despertaram maior interesse em investir. A Renai colocou-se à disposição para fornecer novas informações para facilitar o acesso às oportunidades de investimento", explicou Eduardo Celino.

O pedido de reunião partiu dos próprios japoneses em razão do crescente interesse de empresas do país nas condições e oportunidades de investimentos no Brasil. Na ocasião, eles mencionaram ter poucas informações sobre os parques industriais brasileiros e que o Mizuho pretende aumentar o número de empresas do Japão atuando e investindo no Brasil, já que na Índia e na China esse número é alto.

Mais informações sobre investimentos no Brasil pelo site www.mdic.gov.br/renai

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027-7190 e 2027-7198
Graziane Madureira

Noticia - Governo avalia alternativas às barreiras antidumping para conter importações | Valor Online


Instrumentos como valoração aduaneira, verificação de regras de origem e maior coordenação entre as secretarias de Comércio Exterior (Secex) e da Receita Federal serão usados para barrar importações consideradas desleais, e os empresários terão novo canal de denúncias para levar ao governo queixas contra a concorrência estrangeira. Esses são alguns dos instrumentos em estudo pelo governo para defender o setor produtivo, como anunciou o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel.

O ministério constatou que o uso das barreiras antidumping não deve ter efeito significativo sobre o volume de importações, mesmo após as medidas em preparação para acelerar os processos. A intenção de encurtar os prazos, para menos de seis meses, esbarra nas regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), que estabelece procedimentos-padrão rígidos, com pouca margem de manobra. 

Com a digitalização dos processos do Departamento de Comércio Exterior (Decom), será possível facilitar o acesso aos documentos das partes envolvidas nas ações antidumping. Hoje, quando o processo é entregue para consulta a uma das partes, há prazos para devolução, o que atrasa as conclusões. Esse problema deve ser eliminado em breve. 

Os técnicos avaliam que, explorando as possibilidades da legislação e com o reforço do time de investigadores, será possível encurtar os prazos nos processos antidumping, que hoje levam cerca de um ano e meio. Porém, devido aos limites da OMC, a redução não será tão grande quanto se gostaria. 

Está fora de questão descumprir as normas da OMC, respeitadas nos processos abertos até agora. Isso garantiu ao Brasil o título de um dos maiores responsáveis por processos antidumping sem que o país sofresse contestação de nenhuma dessas medidas de defesa comercial.

Pimentel deve propor ao Ministério da Fazenda uma maior institucionalização do trabalho conjunto entre Secex e Receita Federal, para investigar mais a fundo a entrada de mercadorias suspeitas de fraude ou irregularidades. O aperto sobre os certificados de origem dos produtos importados começou ainda no ano passado, com a decisão de reduzir o número de entidades empresariais autorizadas a emitir esses documentos.

Devem ser adotadas medidas adicionais sobre controle de regras de origem para reprimir a chamada circunvenção, pela qual produtos sujeitos a barreiras comerciais são exportados como se fossem originados de outro local, não submetido a impedimentos de importação.

Pimentel já recebeu de sua assessoria uma lista dos produtos importados em maior volume, e pediu uma análise detalhada de cada um, para verificar a existência de similares nacionais e a possível existência de elementos para abrir medidas de defesa comercial contra os importados. Os encarregados da tarefa sabem que o objetivo é explorar as possibilidades da legislação.

Não se pensa, entretanto, em retornar ao regime de substituição de importações com critérios usados no passado, quando, segundo lembra um integrante do ministério, automóveis Porsche tinham importação proibida porque o país tinha o Puma como "similar nacional", e o uísque Johnny Walker Red Label também era barrado nas alfândegas em favor do "similar" Drury's.

NOTICIA - TV RECEITA LANÇA SÉRIE DE VÍDEOS COM ORIENTAÇÕES SOBRE A DECLARAÇÃO DO IR 2015 - Fonte: RECEITA FEDERAL

Principais dúvidas dos contribuintes são explicadas de forma didática A Receita Federal divulgou no dia 17/3, no canal da TV Receita no y...